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CCJ discute reforma administrativa nesta quinta-feira

Cleia Viana/Câmara dos Deputados A CCJ está promovendo uma série de audiências públicas sobre a reforma A Comissão de Constituição e Justiça e de...

28/04/2021 21h37
Por: TVI (MTB 0020533/MG) Fonte: Agência Câmara de Notícias
A CCJ está promovendo uma série de audiências públicas sobre a reforma - (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)
A CCJ está promovendo uma série de audiências públicas sobre a reforma - (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados promove nesta quinta-feira (29) mais uma audiência pública para discutir a proposta de reforma administrativa enviada pelo governo ao Congresso (PEC 32/20).

O texto, que altera regras no funcionalismo público federal, está sob a relatoria do deputado Darci de Matos (PSD-SC).

Foram convidados para o debate:

  • o presidente da Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais (Anafe), Lademir Gomes da Rocha;
  • o ex-secretário especial da Secretaria de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia Paulo Uebel;
  • a presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), Rivana Barreto Ricarte;
  • o advogado e professor associado da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Bruno Miragem;
  • o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), Kleber Cabral; e
  • o presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), Rudinei Marques.

A reunião será realizada no plenário 1, a partir das 10 horas.

A proposta
A proposta de reforma administrativa restringe a estabilidade no serviço público e cria cinco tipos de vínculos com o Estado. As mudanças só valerão para os novos servidores. O texto estabelece que leis complementares tratarão de temas como política de remuneração, ocupação de cargos de liderança e assessoramento, progressão e promoção funcionais e definição das chamadas “carreiras típicas de Estado”.

A CCJ não avalia o mérito da proposta, e sim aspectos técnicos (admissibilidade), como, por exemplo, se o texto está de acordo com a Constituição Federal. Depois de passar pelo colegiado, a reforma ainda precisará ser analisada por uma comissão especial e, em dois turnos,  pelo Plenário.

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